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Filme de PVC e a qualidade dos alimentos

Restaurantes usam insumos provenientes de inúmeros fornecedores e dependem da qualidade desses, para assegurar a excelência do alimento oferecido a seus clientes. Dentre os inúmeros produtos, há o filme de PVC. Mas como escolher?

O filme de PVC não pode influenciar no aroma, aparência ou paladar dos alimentos. A resistência, a boa aderência às embalagens e o bom acabamento do filme, que assegura o aproveitamento até o final da bobina, também são fatores importantes.

Essas características são facilmente identificáveis. Mas existe um importantíssimo fator, infelizmente pouco conhecido: filme de PVC com composição inadequada, tem o potencial de causar efeitos adversos à saúde humana.

Na fabricação do filme de PVC, pode ser usado o DOP (Di-octil Phitalato) ou o DOA (Di-octil Adipato). O segundo componente, apesar de 15% mais caro, é o único aprovado pela ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária que, através da resolução 105, determina que somente filmes de PVC fabricados com DOA podem embalar alimentos que apresentem índice de gordura superior a 3% - como é o caso de queijos, frios e derivados de carne, dentre outros.

Obviamente, como empresários, não podemos deixar de avaliar custos, mas tampouco a produtividade. Adquirir um filme adequado para todos os tipos de alimentos - gordurosos e não gordurosos -, simplifica aspectos logísticos o que compensa o custo eventualmente superior do insumo.

Nós, da Dispafilm, assegurarmos os mais elevados padrões de higiene em todos as etapas do processo produtivo e desenvolvemos filmes para atender essa crescente demanda por filmes alimentícios de qualidade superior.

Na próxima compra, procure conhecer as instalações onde são produzidos e embalados os filmes de PVC e certifique-se que atenda às exigências da res. 105.

Celso Amici Jr
Presidente da Dispafilm do Brasil



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